Hoje falamos de miséria.

Possivelmente conhece a frase “a miséria adora companhia”. Sabe o que quer dizer?

Tal como num artigo anterior, em que defendi a ideia de que nós criamos a nossa sorte, também acredito e sei que a miséria adora companhia.

É tão fácil arranjar amigos, conhecidos, colegas de trabalho que partilhem das mesmas desgraças que nós, e que até arranjem desgraças e misérias piores que a nossa, só para nos sentirmos acompanhados, e solidários uns com os outros.

Arranjamos sempre companhia para a nossa miséria. É fácil e cómodo. Faz-nos sentir parte de um grupo, o grupo dos miseráveis.

Agir e tentar mudar já não é assim tão fácil. Muito menos ter a capacidade de aprender com as “misérias” da vida e por isso ver sempre o “copo meio cheio”. Eu sei que é difícil, mas você só tem a ganhar se experimentar mudar a direcção do seu pensamento. Mudar de miserável para abundante.

“Uma desgraça nunca vem só”, possivelmente também conhece esta frase. Mais do mesmo. E se acredita nela, não está a criar a sua sorte, mas sim a entregar o seu destino nas mãos do acaso.

Os pensamentos de miséria atraem pensamentos e contextos semelhantes. Miseráveis, fracos, infelizes. Da mesma forma como o contrário também se passa.

Quando der por si a ter pensamentos pequeninos e miseráveis, pergunte a si mesma se é isso que quer para a sua vida. Recupere o seu objectivo na sua cabeça e faça dele o seu foco. Mergulhe na fé, mate esses pensamentos e crenças que não a deixam avançar.

Permita que a sua cabeça pense em coisas grandes, em abundância. É isso que você merece, não merece algo pequenino.

Merece a grandiosidade do Universo, ele foi feito para todos de forma igual, por isso aproveite a parte que lhe compete!

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