Decisões.

Sou a pessoa mais indecisa do Mundo. Adoro pensar muito muito muito (até deitar fumo!) antes de tomar uma decisão.

Ao mesmo tempo quando decido ninguém me agarra. Está decidido, “bola para a frente”, e não descanso até chegar ao fim.

As indecisões são tramadas, não nos deixam avançar. Tenho plena consciência que quando mais fico parada a pensar na decisão a tomar, mais tempo estou a desperdiçar na minha vida.

Devíamos ser mais corajosas, seguir mais o nosso instinto. Ele existe por alguma razão e nós não lhe damos a devida importância. As decisões não devem estar abertas a negociações, e talvez seja por isso que às vezes custa tanto decidir, eu sei…

Mascaramos a nossa intuição com desculpas, com as nossas crenças limitadoras, e vivemos a nossa vida pelo seguro, pelo certo, por aquilo que sabemos que é garantido.

Às vezes a nossa intuição diz-nos para virar à esquerda, e nós seguimos mesmo assim pela direita, porque conhecemos esse caminho. Mas o pior é quando seguimos por esse caminho supostamente conhecido e de confiança, e ele está em obras, com sinal de estrada sem saída, ou de sentido proibido. Nunca lhe aconteceu? E aí pensa “porque é que eu não fui pelo outro caminho, confiando assim na minha intuição?!”. Acontece.

Bom, a boa notícia é que você apenas perdeu algum tempo. Pode sempre dar uns passos atrás e virar à esquerda.

Eu já aprendi a ter mais calma, a ouvir o que diz a minha intuição, e a não perder tanto tempo em pensamentos. Prefiro “perder” tempo a fazer, a realizar, a percorrer caminhos, e acima de tudo a tomar decisões práticas e baseadas na minha intuição. Ela geralmente nunca se engana.

Sabe qual a forma de fortificar e melhorar a sua intuição? Simples: oiça o que diz a si própria. Pare uns segundos e oiça o seu coração. Simples!

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