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**Acredita nisto? Eu não.**

April 1, 2017

Acredita nisto? Hoje é dia das mentiras, mas estes dados são pura verdade!

Ainda tantas desigualdades entre homens e mulheres no que diz respeito ao emprego… Somos tão ou mais capazes.

O género ainda continua a condicionar o futuro profissional das mulheres, por incrível que pareça.

Não me considero uma feminista extrema, apenas tenho noção de que a balança não está nada bem equilibrada para o nosso lado. E vários dados o comprovam. 

Dediquei alguns minutos a recolher dados que a vão deixar incrédula, acredito.

Então vamos lá analisar factos, números.

  • Portugal é o País da União Europeia onde as mães trabalham mais horas.

  • O desemprego feminino em Portugal corresponde a 11,2%. No resto da Europa fica-se pelos 10%.

  • Quando uma mulher fica desempregada, costuma ter mais dificuldades em regressar ao mercado de trabalho.

  • Existe maior concentração de mulheres nas profissões menos qualificadas.

  • A representação das mulheres em cargos de chefia é praticamente metade quando comparada com os homens (34% contra 65%).

  • Em Portugal existem cerca de 9,7% de mulheres nos conselhos de administração das principais empresas privadas. As mulheres que ocupam cargos de administração nas empresas do PSI-20 representam somente 5% do total.

  • Querem falar de salários? Os das mulheres são calculados com um valor geralmente 15% inferior ao dos homens. Ou seja: num salário de 1000€ para o mesmo cargo, a mulher recebe 850€, só por ser mulher. Pode ter mais qualificações, pode ter mais experiência profissional relevante, pode ter mais skills de gestão. Mas recebe menos.

  • Na generalidade as taxas de desemprego são maiores para as mulheres (que novidade!), e são ainda maiores nas camadas mais jovens.

Então, tem orgulho no País em que vivemos? Neste caso eu não tenho. Até tenho vergonha, sinceramente.

A União Europeia está a estudar formas para começar a esbater estas desigualdades de género, mas sinceramente, preciso de ver para crer.

Algumas dessas medidas apontam o limite de 2020 para serem implementadas, e para se fazerem novos balanços. Ainda estamos em 2017! Porque não começar já?!  


Fontes:

- Sapo emprego

- Relatório PWC “Mulheres em Portugal”

 

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